sábado, 27 de novembro de 2010

Você pensou nisso?


Gostaria de saber quem é o autor da foto acima, pois parabenizá-lo seria pouco. Achei digna de um prêmio. Reúne muito do que estou sentindo em relação a todo esse caos no Rio...medo, tristeza e esperança. Impossível não temer pelos que amo e não pensar em todos os inocentes que sofrem com o terror imposto pelo poder do tráfico. Mas tenho fé de que, depois que tudo isso passar, o Rio será uma cidade melhor para todos que vivem nela.
O problema do tráfico vai muito além de políticas públicas, é uma questão de consciência coletiva. Enquanto as pessoas não entenderem que somos nós que construímos a sociedade em que vivemos, nenhuma mudança será sólida o bastante para perdurar. Toda a grana empregada pelo tráfico para a compra de armamentos vem dos lucros na venda de drogas. Pra quem alega "-Ah,que mal há em apertar unzinho." ou "-Vai, é só um teco.", TÁ AÍ O RESULTADO! Agora vem pedir paz?!?!?!? Na hora de comprar bagulho, ninguém pensa nisso, não é?

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Recebi esse texto de um amigo hj e achei justo dividir:

Viver ou Juntar dinheiro?

Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico.

Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.
E assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei. Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em ítens supérfulos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em ítens supérfulos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

Texto de Max Gehringer

"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

How to quit a romance!

Quando me deparo com este tipo de coisa, me pergunto se realmente somos todos diferentes. Duvido que eu seja o único ou um dos poucos (poucos?) a se identificar na historinha do vídeo. E olha que estou certo de que, desta vez, encontrei a pessoa certa, minha cara-metade. Será que, na verdade, não somos todos muito mais parecidos do que imaginamos ou queremos aceitar. O ser humano busca incessantemente por algo que o diferencie dos seus semelhantes mas cada vez mais me convenço de que, no fundo, todos querem exatamente as mesmas coisas.

http://www.youtube.com/watch?v=i4sTnqwIIK4&feature=player_embedded

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Think Different

Sim, é um vídeo publicitário, cujo objetivo é vender mas deixa uma mensagem muito, muito interessante!

http://www.youtube.com/user/xplanevisualthinking#p/u/0/26PVrm4iLA0

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Quente demais!

Fantástica campanha da Ogilvy para Perrier. Não sei bem o motivo (!?!?!?!?), mas me lembrou Dalí!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Just Beat It

Hoje, os principais (e os não tão importantes) veículos de comunicação do mundo publicam a notícia da morte de Michael Jackson.
Desde o início da noite de ontem, não se fala em outra coisa na imprensa. Como parte do meu ritual matinal, tenho o hábito de “zapear” a TV durante o café da manhã e hoje o assunto era um só: a morte do maior astro da cultura pop de todos os tempos (Warhol teria feito uma exposição inteira só com ele, das sapatilhas ao chapéu). O que me intrigou em meio às "matérias" foi o fato de que toda a obra de Michael ficou um pouco ofuscada pelos escândalos que rodeavam sua vida. Durante os meus singelos minutos de hipnose televisiva de hoje, ouvi mais (já tinha ouvido tudo antes, muitas e muitas vezes) sobre sua vida pessoal que a respeito de sua arte. Perdi as contas de quantas vezes a famosa cena do bebê na sacada foi repetida enquanto apenas um pequeno trecho de “Thriller” foi exibido em um programa qualquer (são todos tão parecidos que é difícil distinguir em qual deles). É uma pena que a imprensa de hoje valorize mais as gafes das “celebridades” que o trabalho dos artistas.
Não sou, nem nunca fui um fã alucinado de Jackson, mas não posso deixar de dizer que fiquei abalado com sua morte. Se antes sabíamos (ainda com uma certa esperança de que estivéssemos errados) que não mais nos surpreenderíamos com as megaproduções ou as aparições apocalípticas do Michael Jackson dos anos 80 e 90, agora temos a certeza. Uma lacuna se abre, não só pela música, mas por todo um conjunto que, pelo menos sob a minha percepção, nenhum outro artista da atualidade será capaz de compensar.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Bas-fond virtual, ops, viral!


De tempos para cá, o chamado "Marketing Viral" ganhou destaque no mundo da comunicação. Parece-me que as pessoas descobriram que mais eficaz que espalhar uma idéia, é passá-la através dos canais certos, para as pessoas certas e deixá-la tomar força para que se multiplique por si só.

O fato é que nada é tão antigo quanto o nosso querido viral. Basta pensarmos na história da morte certa por ingestão de manga com leite, criada na época da escravatura e repetida por nossos avós até hoje ou lembrar da época de colégio na qual cada turma tinha pelo menos uma boca frouxa que se encarregava de distribuir com uma velocidade incrível qualquer notícia que chegasse aos seus ouvidos, não só através das próprias palavras, mas pela forma como divulgava a informação, o que deixava os seus receptores indefesos diante da vontade de repassar a pauta para alguém que lhes cruzasse o caminho. A diferença é que hoje, com o avanço dos veículos eletrônicos, a informação tornou-se tão veloz que se alguém se arrepende de haver divulgado uma informação qualquer, é tarde, o estrago já está feito. Daí, os olhares espertos de quem busca alternativas cada vez mais eficazes para alcançar o seu público-alvo captaram a capacidade que o ser humano possui de armazenar e disseminar com mais facilidade aquelas informações que são de seu interesse.

O que se conceitua nos dias de hoje como uma das poderosas ferramentas de marketing é nada mais nada menos que a nossa querida fofoca, o boca-a-boca, bas-fond, babado, só que organizado, pensado e com propósito, mesmo que isto não esteja explícito.